Revista Brasileira de Informática na Educação https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie <p>A <strong>Revista Brasileira de Informática na Educação</strong> - RBIE (ISSN print: 1414-5685; online: 2317-6121), criada em 1997, é uma publicação mantida pela <a href="https://comissoes.sbc.org.br/ceie/" target="_blank" rel="noopener">Comissão Especial de Informática na Educação</a> (CEIE) da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) em parceria com pesquisadores e universidades do país e do exterior. A RBIE foi a primeira revista criada no âmbito da SBC. Para mais informações, acesse <a href="https://sol.sbc.org.br/journals/index.php/rbie/about">esse link</a>.</p> pt-BR revista.rbie@gmail.com (Editores RBIE / RBIE Editors) revista.rbie@gmail.com (Newarney Torrezão da Costa) qui, 16 jul 2026 16:13:33 +0000 OJS 3.2.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Um Estudo sobre a Aprendizagem de Função Exponencial no Ambiente Computacional https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6905 <p>O software GeoGebra possui uma interface que possibilita a exploração simultânea de dois tipos de registros de representação de uma função, o algébrico e o gráfico. Essa possibilidade de explorar dois tipos de registros vai ao encontro da ideia da Teoria dos Registros de Representação Semiótica (TRRS), a manipulação e a coordenação de ao menos duas representações de um mesmo objeto matemático, defendida por Raymond Duval. Assim, o presente artigo tem por objetivo compreender como a utilização do software GeoGebra pode auxiliar alunos do Ensino Médio na aprendizagem de função exponencial por meio da mobilização, manipulação e coordenação de representações semióticas durante uma atividade interventiva. Para tanto, foi aplicado um instrumento de intervenção composto por sete atividades que contemplou o estudo da função exponencial fundamentado na TRRS. O instrumento foi aplicado a um grupo de alunos do 1.º ano do Ensino Médio de um colégio estadual situado no extremo sul do Estado da Bahia. A análise desse instrumento foi de natureza qualitativa e revelou que o software GeoGebra pode auxiliar os alunos na aprendizagem de função exponencial, uma vez que as respostas dadas pelos alunos nas atividades indicaram que a maior parte deles respondeu de maneira assertiva, construindo o conhecimento sobre o objeto matemático em estudo por meio da mobilização, manipulação e coordenação das representações e exploração de propriedades da função estudada.</p> Mariana Silva Mendonça, Rogério Fernando Pires Copyright (c) 2018 Mariana Silva Mendonça, Rogério Fernando Pires https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6905 qui, 16 jul 2026 00:00:00 +0000 Teoria do Fluxo para Promover a Aprendizagem em Sistemas Educacionais: É Realmente Relevante? https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6906 <p>A Teoria do Fluxo tem sido cada vez mais aplicada a Computadores e Educação para abordar vários tópicos dentro deste campo (por exemplo, motivação, engajamento, desempenho de aprendizagem e assim por diante). Ao mesmo tempo, em comparação com outras teorias recentes relacionadas a Computadores e Educação (por exemplo, Teoria da Autodeterminação, Teoria da Curva S, Motivação Intrínseca, etc.), é um tópico jovem, com diferentes questões de pesquisa em aberto. Além disso, a comunidade de Computadores e Educação ainda carece de uma compreensão abrangente de como a Teoria do Fluxo é usada na área. Assim, este artigo apresenta uma Revisão Sistemática da Literatura com o objetivo de identificar como o estado de fluxo dos alunos é medido durante as atividades de aprendizagem, como tais atividades são projetadas, quais são os modelos de fluxo usados ​​em Computadores e Educação e quais são os principais benefícios de estar no estado de fluxo para os alunos. As principais descobertas deste trabalho são: (1) há evidências positivas sobre os benefícios da aplicação da Teoria do Fluxo em Computadores e Educação, especialmente, para aumentar a aprendizagem dos alunos, gerar satisfação dos alunos e permitir o comportamento exploratório; (2) a maioria dos estudos utiliza questionários para identificar manualmente o estado de fluxo dos alunos; (3) uma grande diversidade de escalas de estado de fluxo tem sido utilizada; (4) a maioria dos estudos não está elaborando atividades para conduzir os alunos ao estado de fluxo e (5) o modelo de fluxo de Csikszentmihalyi é o mais utilizado. Por fim, concluímos este trabalho apresentando algumas oportunidades de pesquisa promissoras e interessantes que são pouco exploradas na pesquisa e na prática atuais.</p> Wilk Oliveira dos Santos, Ig Ibert Bittencourt, Diego Dermeval, Seiji Isotani, Leonardo Brandão Marques, Ismar Frango Silveira Copyright (c) 2018 Wilk Oliveira dos Santos, Ig Ibert Bittencourt, Diego Dermeval, Seiji Isotani, Leonardo Brandão Marques, Ismar Frango Silveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6906 qui, 16 jul 2026 00:00:00 +0000 Reconhecimento Automático de Representações de Rubricas em Agrupamentos de Soluções de Exercícios de Programação https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6907 <p>A avaliação de exercícios de programação é um processo complexo porque, para cada exercício que um professor aplica, é comum haver várias possibilidades de soluções. Como nem sempre o professor conhece todas as possíveis soluções de um exercício, é sempre um desafio para ele justificar todos os critérios de sua avaliação. Com o objetivo de apoiar o processo de avaliação de programação, este trabalho propõe uma estratégia baseada em técnicas de clustering e de Análise de Componentes Principais para reconhecer, a partir de soluções desenvolvidas por alunos, exemplos de soluções que representem, em um esquema de rubricas, os escores atribuídos por um professor. Os resultados dos experimentos em soluções reais de exercícios de programação indicam que o nosso método reconhece representações de rubricas demandando pouco esforço de avaliação de professores.</p> Márcia Gonçalves de Oliveira, Leonardo Leal Reblin, Mateus Batista de Souza, Elias Silva Oliveira Copyright (c) 2018 Márcia Gonçalves de Oliveira, Leonardo Leal Reblin, Mateus Batista de Souza, Elias Silva Oliveira https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6907 qui, 16 jul 2026 00:00:00 +0000 VIDA ODONTO: Ambiente de Realidade Virtual para Treinamento Odontológico https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6908 <p>O treinamento de procedimentos médicos invasivos na etapa pré-clínica é um grande desafio educacional. A abordagem tradicional, com animais e cadáveres, apresenta problemas éticos e práticos. Uma solução promissora é a utilização de realidade virtual (RV), que permite simulações realistas de baixo custo, repetibilidade e feedback em tempo real. Tal constatação motivou o desenvolvimento do ambiente VIDA Odonto, o qual utiliza tecnologias avançadas de RV, modelagem realista do paciente e interação imersiva tridimensional. O protótipo desenvolvido, do módulo do ambiente virtual desse sistema, foi testado e avaliado por profissionais com experiência na prática clínica e principiantes, demonstrando a viabilidade de se tornar um recurso educacional relevante em cursos de odontologia.</p> Romero Tori, Gustavo Ziyu Wang, Lucas Henna Sallaberry, Allan Amaral Tori, Elen Collaço de Oliveira, Maria A.A.M. Machado Copyright (c) 2018 Romero Tori, Gustavo Ziyu Wang, Lucas Henna Sallaberry, Allan Amaral Tori, Elen Collaço de Oliveira, Maria A.A.M. Machado https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6908 qui, 16 jul 2026 00:00:00 +0000 GAIA: uma proposta de um guia de recomendações de acessibilidade de interfaces Web com foco em aspectos do Autismo https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6909 <p>Neste artigo, descrevemos a proposta de um website de código e acesso abertos projetado para divulgar um conjunto de recomendações de acessibilidade web para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) chamado GAIA, o qual tem a intenção de auxiliar desenvolvedores web a projetar interfaces web mais acessíveis a estes usuários. Estas recomendações foram extraídas através de um processo de revisão de 17 trabalhos publicados entre 2005 e 2015, incluindo recomendações internacionais, software comerciais ou acadêmicos e artigos revisados por pares. Identificamos 107 recomendações que foram agrupadas em 10 categorias através da técnica de diagrama de afinidades. Em seguida, normalizamos as recomendações em cada categoria de acordo com similaridades e declarações duplicadas, gerando um conjunto de 28 recomendações únicas. Como resultado, evidenciamos melhores práticas para projetar interfaces web acessíveis a pessoas com TEA baseado em soluções de sucesso presentes em trabalhos de diferentes contextos. Para garantir a utilidade das recomendações, foi realizada uma avaliação piloto remota com profissionais de tecnologia onde eles foram solicitados a realizar uma avaliação de acessibilidade de uma aplicação web utilizando o GAIA. Os resultados foram positivos, indicando aplicação prática e foi possível identificar melhorias e ajustes para os conteúdos das recomendações. Com estes resultados, esperamos contribuir com o estado da arte de acessibilidade web cognitiva. Dessa forma, disponibilizamos as recomendações em um repositório no GitHub, para que estes resultados possam ser utilizados tanto por pesquisadores quanto por profissionais técnicos.</p> Talita Cristina Pagani Britto, Ednaldo Brigante Pizzolato Copyright (c) 2018 Talita Cristina Pagani Britto, Ednaldo Brigante Pizzolato https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6909 qui, 16 jul 2026 00:00:00 +0000 Desenvolvimento e Avaliação de um Perfil UML para Modelagem de Jogos Educacionais Digitais https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6910 <p>UML (Unified Modeling Language) é uma linguagem de propósito geral para modelagem de software, sendo uma das mais conhecidas e utilizadas para a representação gráfica de modelos. Sendo assim, apenas os elementos pré-existentes nessa linguagem podem não ser suficientes para facilitar a identificação e o entendimento dos conceitos inerentes a domínios de software mais específicos. Um exemplo é o domínio de Jogos Educacionais Digitais (JEDs). Neste trabalho é apresentado o desenvolvimento e a avaliação do UP4EG, um perfil UML para modelagem de JEDs, por meio de diagramas de classes UML. O UP4EG reúne diversos estereótipos e “tagged values” distribuídos em seis pacotes, que representam os principais elementos que um JED deve apresentar. A partir de um estudo experimental conduzido sobre o perfil proposto com estudantes de ciência da computação, percebeu-se que a quantidade de erros e o tempo gasto para identificação dos principais elementos de um JED podem ser significativamente melhorados, quando esse perfil é usado na modelagem desse tipo de software.</p> Lucas Rodrigues de Oliveira, Ana Carolina G. Inocêncio, Heitor Augustus Xavier Costa, Paulo Afonso Parreira Júnior Copyright (c) 2018 Lucas Rodrigues de Oliveira, Ana Carolina G. Inocêncio, Heitor Augustus Xavier Costa, Paulo Afonso Parreira Júnior https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://journals-sol.sbc.org.br/index.php/rbie/article/view/6910 qui, 16 jul 2026 00:00:00 +0000