Computación Desconectada como Metodología para la Enseñanza de la Informática en los Últimos Años de Primaria
DOI:
https://doi.org/10.5753/rbie.2026.7541Keywords:
Metodología de enseñanza, Computación desconectada, Educación pública, Pensamiento computacionalAbstract
El aprendizaje de Computación tiene relevancia para el desarrollo de habilidades de los estudiantes de educación básica, conforme se establece en la Base Nacional Comum Curricular (BNCC) Computación. Y, para que este instrumento funcione, además de la infraestructura de hardware y software o dispositivos electrónicos de las escuelas públicas, es necesario utilizar una estrategia no onerosa. Bajo esta circunstancia surge la Computación Desenchufada, considerada una metodología que viabiliza la enseñanza de la computación de forma inclusiva, principalmente en escuelas desprovistas de tecnologías digitales para los alumnos. Con el intuito de aprender y divulgar el uso de esta metodología de aprendizaje, este artículo presenta un relato de experiencia en formato de talleres con actividades de Computación Desenchufada enfatizando conceptos y prácticas relacionadas con el Pensamiento Computacional. Los talleres fueron realizados en una escuela pública municipal en el Estado de Bahía. Los resultados de los talleres muestran que los estudiantes de enseñanza primaria y secundaria están aptos para aprender los conceptos y prácticas de computación mediante una metodología de Computación Desconectada, revelando que esa metodología además de ser eficiente, es pasible de ser replicada en otros contextos de enseñanza formal, pues no demanda recursos o materiales onerosos y tiene buena aceptación por los estudiantes. Aunque algunas habilidades de BNCC demanda, en su formulación, el uso explícito de lenguajes de programación y, además, el uso de computadoras, los resultados de este estudio evidencian que un abordaje desconectado constituye una estrategia pedagógica eficaz para el desarrollo conceptual inicial de las habilidades de BNCC Computação, especialmente en contextos escolares con limitaciones de infraestructura tecnológica. Contribuye, de esta forma, a la democratización del conocimiento informático y a la formación de bases sólidas para aprendizajes posteriores con el uso de aparatos electrónicos o de ordenadores.
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